Divagações e contradições...
Disse a Dra. C., na última consulta, que todas as grávidas passam por três fases:
1- No início a da incredulidade, de não acreditar, por vezes, que há mesmo um bebé a crescer dentro de nós.
2- Depois vem a fase dos medos, em que começamos a pensar que alguma coisa pode estar mal com o bebé.
3- Por fim chega a do cansaço da gravidez e o desejo de que o bebé nasça rápido.
Pensando nas minhas experiências, parece-me que nunca passei por todas as fases...
Quando foi da Mariana realmente precisei da primeira eco para me convencer que era mesmo verdade, que tinha uma vida a crescer dentro de mim. Por inconsciência ou descontracção, nem sei bem, a segunda fase nunca a vivi e a terceira, por tudo ter corrido sempre tão bem, só chegou mesmo no final e apenas porque achei que, tão perto das 40 semanas, já estava na altura da miúda se despachar, durou apenas umas horitas esta última, pois a miúda resolveu concordar com a mãe!
A primeira fase nunca mais a vivi, bastou-me o teste para acreditar. Depois da primeira perda, a eco inicial passou a ter uma importância acrescida, não tanto para confirmar a gravidez mas para me assegurar que essa nova vida continuava a evoluir, que havia um coração a bater como deve ser.
À terceira aprendi a viver a segunda fase, que se instala logo depois do encantamento do teste positivo para me acompanhar, agora, até ao fim. Se desejo um bebé sossegado, que nos dê boas noites à semelhança da irmã, pode ser um bocadinho mais sossegada do que a mana grande nas etapas seguintes... agora quero senti-la em "revolução" aqui dentro! Por mais que saiba que eles dormem, por mais que saiba que nem sempre os sentimos quando mexem, o senti-la "aos saltos" dentro de mim dá-me alguma tranquilidade.
Logicamente, e atendendo a tudo isto, a terceira fase instala-se rapidamente. Não pelo natural cansaço da gravidez mas por outro tipo de cansaço, o mental, aquele que vem da ansiedade, mais ou menos controlada, que o medo nos traz. Por mais que queira aproveitar cada bocadinho desta gravidez, desta minha ultima barriga (embora o Dr. L. esteja sempre a falar no rapaz para daqui a dois anos), a vontade que o tempo passe rápido acaba sempre por levar a melhor. Porque preciso de a ver bem, no meu colo, porque sei que aqui dentro não controlo nada e tudo pode acontecer. Claro que cá fora também não controlo muito, claro que cá fora também tudo pode acontecer, mas com ela cá fora sinto-me mais segura, porque vejo, porque posso agir...
Bem, no meio disto tudo as hormonas também não ajudam ;)
1- No início a da incredulidade, de não acreditar, por vezes, que há mesmo um bebé a crescer dentro de nós.
2- Depois vem a fase dos medos, em que começamos a pensar que alguma coisa pode estar mal com o bebé.
3- Por fim chega a do cansaço da gravidez e o desejo de que o bebé nasça rápido.
Pensando nas minhas experiências, parece-me que nunca passei por todas as fases...
Quando foi da Mariana realmente precisei da primeira eco para me convencer que era mesmo verdade, que tinha uma vida a crescer dentro de mim. Por inconsciência ou descontracção, nem sei bem, a segunda fase nunca a vivi e a terceira, por tudo ter corrido sempre tão bem, só chegou mesmo no final e apenas porque achei que, tão perto das 40 semanas, já estava na altura da miúda se despachar, durou apenas umas horitas esta última, pois a miúda resolveu concordar com a mãe!
A primeira fase nunca mais a vivi, bastou-me o teste para acreditar. Depois da primeira perda, a eco inicial passou a ter uma importância acrescida, não tanto para confirmar a gravidez mas para me assegurar que essa nova vida continuava a evoluir, que havia um coração a bater como deve ser.
À terceira aprendi a viver a segunda fase, que se instala logo depois do encantamento do teste positivo para me acompanhar, agora, até ao fim. Se desejo um bebé sossegado, que nos dê boas noites à semelhança da irmã, pode ser um bocadinho mais sossegada do que a mana grande nas etapas seguintes... agora quero senti-la em "revolução" aqui dentro! Por mais que saiba que eles dormem, por mais que saiba que nem sempre os sentimos quando mexem, o senti-la "aos saltos" dentro de mim dá-me alguma tranquilidade.
Logicamente, e atendendo a tudo isto, a terceira fase instala-se rapidamente. Não pelo natural cansaço da gravidez mas por outro tipo de cansaço, o mental, aquele que vem da ansiedade, mais ou menos controlada, que o medo nos traz. Por mais que queira aproveitar cada bocadinho desta gravidez, desta minha ultima barriga (embora o Dr. L. esteja sempre a falar no rapaz para daqui a dois anos), a vontade que o tempo passe rápido acaba sempre por levar a melhor. Porque preciso de a ver bem, no meu colo, porque sei que aqui dentro não controlo nada e tudo pode acontecer. Claro que cá fora também não controlo muito, claro que cá fora também tudo pode acontecer, mas com ela cá fora sinto-me mais segura, porque vejo, porque posso agir...
Bem, no meio disto tudo as hormonas também não ajudam ;)
Comentários
Mas vai correr tudo bem, vais ver :)
Beijocas
Bom gosto musical... aquela voz faz me sonhar :)
bjs
Aproveita este espaço que é teu para dizeres TUDo o que quiseres.
Achei um piadão. O Dr L. quer-me lá em 2012 para a menina:):)
O que interessa é que quer se passe pelas fases ou não.
No final tudo corra bem
E é isso que te desejamos.
Rosalino
Muitos pensamentos bons e que tudo corra bem.