quarta-feira, 25 de abril de 2012

4 anos!

Já passaram 4 anos desde que comecei a escrever aqui.
Tanta coisa já passou, tantas memórias aqui se guardam e partilham...



Obrigada a quem vem, a quem ainda tem paciência para me ir lendo ;)

domingo, 22 de abril de 2012

Hoje é dia de Festa!


sábado, 21 de abril de 2012

In a rainy day...


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Sem tempo, sem vontade, sem disposição...


E com uma dor de cabeça do tamanho do mundo!! Ai a maldita rinite...

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Matilde - 4

domingo, 15 de abril de 2012

Olá meu bebé pequenino

Quatro anos...
Sim, já são quatro mas, para mim, serás sempre o meu bebé, a minha pequenina guerreira, a minha filha de nome doce.
Como serias? Assim como a mana grande, cheia de actividade e a falar pelos cotovelos? Ou como a mana pequenina, mais caladinha mas de ideias fixas? Possivelmente serias um pouquinho de tudo isto e muito de ti própria, um ser único e especial, como todos os filhos o são.
Sabes filha, queria dizer-te tanta coisa mas as palavras embrulham-se nos sentimentos e depois... depois não sai nada de tão intenso que é tudo. Mas quero que saibas o quanto te gosto, o quanto sinto a tua falta, embora  te tenha sempre presente, aqui, guardada no coração.
Amo-te minha querida, todos os dias e sempre!
Um beijo daqui até aí...
Mãe




I'm sending you away tonight

I'll put you on a bird's strong wing
I'm saving you the best way I know how
I hope again one day to hear you sing

sábado, 14 de abril de 2012

Sonhos perdidos...

Ao falar de gravidez falamos de vinculação, o mesmo é falar de um desenvolvimento de uma relação afectiva que se constrói em pensamento, afecto e em gestos entre dois seres que partilham uma história, experiências e momentos únicos, vividos a um nível íntimo e exclusivo. E esta vinculação antecede muitas vezes a gravidez uterina num plano mental. 


O fim deste sonho de forma abrupta e inesperada, aquando da perda do filho tão desejado, traz consigo uma dor e sofrimento inexplicáveis e inigualáveis… 


A perda gestacional não se deve obrigar a "esquecer" como se não tivesse acontecido, como se aquele bebé não tivesse existido, antes deve-se encarar esta perda como real., procurando apoio e ajuda em relações reparadoras (dentro e fora da família e da rede social de cada um, pois "UMA DOR EMOCIONAL PRECISA DE TEMPO E DE CIRCUNSTÂNCIAS MUITO REPARADORAS, QUE NÃO SE ADIEM INTERMINAVELMENTE, PARA QUE POSSA VIR A “CICATRIZAR-SE" (E. SÁ)

A ler aqui

quarta-feira, 11 de abril de 2012

...


Vamos lá, não precisava propriamente de ser rica e muito menos famosa, mas que gostava de ter um bocadinho mais de segurança e estabilidade, de poder respirar mais tranquilamente, ai isso gostava!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Contra factos não há argumentos!


E pronto, com esta me vou, outros afazeres chamam por mim...
Aiii, que não me apetece nada!!!

Chegou!!

A surpresa para o home!

Este mês é mês de aniversário, um aniversário especial. Por isso, a miúda e eu, preparámos uma surpresa, que até se adiantou.
E mais não digo, fica só o registo, porque até ao dia certo, o home não pode saber de nada ;)


Só porque me apeteceu


Três, são os que faltam, tanto e nada, dependendo sempre da perspectiva com que se olha para os números.
Dezasseis que voaram e a quase chegada a um número que, pelo menos para mim, tem o sabor de um marco. 
São assim as coisas, ambivalentes. Por um lado a alegria e o orgulho de a ver crescer, de a ver ir ganhando asas e, com mais ou menos tropeções, ir traçando o seu rumo, fazendo as suas escolhas. Por outro lado, chega a vontade de agarrar o tempo, fazê-lo parar ou, pelo menos, abrandar. E Isto leva a outra questão, a do Tempo. 
Afinal o que é o Tempo? Quantos Tempos há? O passado, o presente e o futuro? Sim, mas o primeiro já foi vivido e o último ainda está para vir, por isso há que aproveitar o presente e viver o hoje o mais plenamente possível. 

Um dia li isto aqui. Gostei tanto que guardei e não descansei enquanto não encontrei e li as Confissões. 

O que agora transparece é que não há tempos futuros, nem pretéritos. É impróprio afirmar: Os tempos são três: pretérito, presente e futuro. Mas talvez fosse próprio dizer: os tempos são três: presente das coisas passadas, presente dos presentes, presente dos futuros. Existem pois estes três tempos na minha mente que não vejo em outra parte: memória presente das coisas passadas, visão presente das coisas presentes e esperança presente das coisas futuras. Se me é lícito empregar tais expressões, vejo três tempos e confesso que são três. […] Que é, pois, o tempo? Quem poderá explicá-lo clara e brevemente? [...] e de que modo existem aqueles dois tempos – o passado e o futuro – se o passado já não existe e o futuro ainda não veio? Quanto ao presente, se fosse sempre presente, e não passasse para o pretérito, seria eterno e não presente, como poderíamos afirmar que ele existe, se a causa da sua existência é a mesma pela qual deixará de existir? […] Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derribar e tempo de edificar, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de saltar de alegria, tempo de espalhar pedras e tempo de juntar pedras, tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar, tempo de buscar e tempo de perder, tempo de guardar e tempo de deitar fora, tempo de rasgar e tempo de coser, tempo de estar calado e tempo de falar, tempo de amar e tempo de aborrecer, tempo de guerra e tempo de paz. 

Confissões, de Agostinho de Hipona,mais conhecido por Santo Agostinho 

Para quem quiser, pode encotrá-las aqui.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dia internacional do livro infantil

Em jeito de comemoração, aqui ficam alguns livros que fizeram as delícias da Mariana, e outros que agora são da preferência da Gabi.



Para mais tarde recordar...

domingo, 1 de abril de 2012

Aí está Abril...


Esta ainda é de Março, do último dia mas de Março!