Pai! O meu. O delas.



Ora, o pai – um pai de verdade – nunca será terceiro. Não é ausente. Nem amigo ou progenitor. É precioso nos mais pequenos gestos. É firme e sereno. É sóbrio. É justo e arrojado. Terno, empreendedor e bondoso. E nem mesmo quando se afasta fica ausente. É pai. Para sempre.
 
(Eduardo Sá, aqui

Comentários

esquecimedeviver disse…
Devoro tudo o que ele escreve. Conheço-o como pessoa e parece que estou a ouvir as palavras dele na minha mente.
Tu também tens aquelas letras tortas que tirei!
Beijinhos
Maria disse…
Também gosto muito do que ele escreve. Foi meu professor :)

As tais letras tortas não tinha mas voltei a colocá-las, é que era isso ou um sem numero de comentários tipo spam a invadir o blog...

bjs