quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Parece que está a terminar...

Pois então


 Feliz 2016!!!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Do Pai Natal...

Dona Gabi, já com muito sono, fazia as suas asneiras quando lhe diz o pai:

- Gabi, olha que o Pai Natal vê e fica muito zangado...

Responde logo ela toda despachada:

- Às esculas ele não vê!!


(Ilustração: Lisi Martin)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O Presépio da Gabi


Para memória futura ;)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A Ti!

domingo, 8 de novembro de 2015

100...

Hoje a minha avó faria 100 anos...

Sem palavras escritas ou guardadas de alguma outra maneira, fiz textos e textos sobre ela e para ela.
Agora, chegada aqui, tudo parece deixar de fazer sentido, ficando apenas a importância contida num simples

OBRIGADO!!


Por tudo o que me ensinou.
 Pelo exemplo de força, perseverança e resiliência que foi e que me norteia.



segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Sabe tão bem!!

- Mãe gosto de ti, gosto tanto de ti. Quando estou na escola tenho saudades tuas!

domingo, 4 de outubro de 2015

Saudade...


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Revelações da Mini...

- Mãe, quando for grande vou ser cozinheira!

E assim, ontem foi para a cama de temporizador atrás, porque tinha um bolo no forno ;)


domingo, 6 de setembro de 2015

Nova Etapa

Começa agora para a miúda.
Espero que continue a sua caminhada como até aqui. Igual a si própria, lutando, perseverando, decidindo, partilhando, brincando, sorrindo...
Que esta nova etapa lhe traga tudo de bom, que alcance aquilo que tanto deseja e, principalmente, que nunca deixe de sonhar!




sábado, 5 de setembro de 2015

22 Anos de Nós!


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Por enquanto ainda é assim...

- Mãe, amanhã tenho escola?
- Sim.
- Yeeeeee!!!


segunda-feira, 25 de maio de 2015

Vale a pena ler

A mãe desnecessária


A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria debaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autónomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros
também.
A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis. Pai e mãe – solidários – criam filhos para serem livres.
Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.
Nota da página: Embora esse texto apareça na internet com diversas autorias, a autoria mais provável é de Danuza Leão.
(aqui)

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Valerá a pena?

Passou Abril sem qualquer registo aqui no blog...
Porquê?
Simplesmente porque não me apeteceu, não houve vontade.
Não sei até que ponto se justifica a permanência deste espaço, que cumpriu a sua missão numa altura difícil da minha (nossas) vida(s) mas que, num momento que não consigo precisar, deixou de fazer sentido.
Os registos foram rareando, consistindo a maioria numa vontade um pouco desesperada de o manter, simplesmente porque, de certa forma, me custa deixa-lo...

Neste espaço de tempo houve muitas coisas boas mas também houve outras muito más, de tal forma que não consegui deixar o registo delas por aqui, ficando apenas pequenas pinceladas, que só muito palidamente conseguem transmitir o turbilhão que avassalou a minha vida.

Há perdas e perdas. Todas elas são difíceis (pois se são perdas...) e todas elas são diferentes, até na forma como as vivemos e as expressamos.
Em tempos tive necessidade de deixar aqui o registo das minhas e depois o reerguer, a luta que fui (fomos) travando na procura de um sonho que hoje podemos abraçar. Mas agora não! Agora tenho que viver esta perda em silêncio, simplesmente porque ainda não consigo falar dela como uma realidade, porque, cá bem no fundo, continuo a nega-la, a não a aceitar, porque ainda não te consigo largar a mão (estás a ver o que arranjaste? tanto querias que te desse a mão que agora não te consigo deixar ir...).

Voltando a Abril...

Querida Matilde, minha querida filha lá na nuvem "M", não, a mãe não se esqueceu do(s) teu(s) dias, e tu sabes bem que não. Este ano não disse aqui como sinto a tua falta, como te tento imaginar, como te gosto tanto, sem limites, porque não é preciso, porque cá dentro sei que é assim, porque aí tu também o sabes.
Amo-te filha, assim, sem limites...
São já 7 anos, tantos como aqueles que o blog, em dia histórico, pois não podia ser de outra maneira, também cumpriu e que, desta vez, aqui não foi lembrado.

Por tudo isto me pergunto se vale a pena continuar...

quinta-feira, 19 de março de 2015

Em dia de estrelas...


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

5/42

"A portrait of my children once a week every week in 2015"

Preparando as empadas :)

Manas!

sábado, 31 de janeiro de 2015

4/52

                   "A portrait of my children once a week every week in 2015"

Rendida...

Chá

sábado, 24 de janeiro de 2015

3/52

"A portrait of my children once a week every week in 2015"



sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

2/52

"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

Fim de tarde de domingo

Momentos

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Bday


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Para registo :)

Hoje, na escola, a Gabi aprendeu a pititar*...

*Pititar é  fazer buacos no risco!

(Mais conhecido por picotar)

Da preguiça e coisas de filhas...

Numa daquelas manhãs de domingo em que não apetece fazer nada, mandei a mais velha ir tomar banho, recebendo como resposta um preguiçoso: não posso mãe, estou sem forças! 
Brincando ali por perto, a mais pequena, sentindo que também chegaria a sua vez e não lhe apetecendo interromper a brincadeira,  disse rapidamente: eu também não mãe. Não o quê? - quis eu saber. então, com o ar mais sério e inocente deste mundo, esclarece-me ela: não consigo mexer os pés!!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

1/52

Quero muito cumprir este projecto, espero conseguir...

"A portrait of my children, once a week, every week, in 2015"

4 anos no dia 4

vicio...

Gosto de fotografia mas sou muito "aselha" no ofício, espero que este projecto me leve a melhorar.

domingo, 4 de janeiro de 2015

4

São 4 anos no dia 4! Uma data importante para quem gosta de números e datas "redondas", tal como eu.
Quatro anos de Gabi, que posso apenas descrever como MÁGICOS!!

Parabéns Filha!!

Gosto-te para lá do infinito...

Está a ficar "grande" a minha Piriquita ;)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Feliz Ano Novo!!